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 Fell's Church

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Caroline Forbes
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MensagemAssunto: Fell's Church   Sex Set 28, 2012 5:12 pm




some kind of happiness
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Klaus Kauffman
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MensagemAssunto: Re: Fell's Church   Sex Set 28, 2012 6:03 pm

Off: Gian'sHere: Mayu já temos onde casar a Faye e o Klaus
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Mikhail Shevardnadze

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MensagemAssunto: Re: Fell's Church   Sex Set 28, 2012 7:57 pm


Welcome, welcome! You are in hell...

I don't care if it takes all night
'Cause there's bad blood
Pumping in your veins
It's alright


A presença de Camille era ainda mais forte naquela cidadezinha. Seria fácil encontrá-la e matá-la, mas Mikhail nunca gostou de coisas fáceis, joguinhos o excitavam e era isso o que ele queria. Apavorar sua cria e se divertir, é claro. Abaixou lentamente o vidro escuro do Nissan 360Z e observou com desdém as poucas pessoas que caminhavam pelo passeio que dava para a igreja local. Sorriu maliciosamente ao lembrar-se do prato preferido de sua cria, sangue de padres. Tinha quase certeza que ainda possuía os mesmos defeitos e qualidades, conhecia Mylla como a palma de sua própria mão, conhecia suas fraquezas e sabia como atingi-la. Por fim, decidiu parar de olhar e desceu do carro, batendo a porta e ativando o alarme. Esticou os braços discretamente, ajeitando o corpo que estava desconfortavelmente torto devido às muitas horas viajando dentro do carro. Mik parou várias vezes para abastecer e em todas às vezes, matava alguém, não sabia explicar o porquê, mas sua sede aumentara muito nos últimos sessenta anos, não contentava-se apenas com uma ou duas pessoas por dia, matava dezenas e mascarava tudo para parecer um simples acidente. Lembrava-se muito bem de quando atacou um acampamento escolar... Não matou todos os alunos, mas muitas garotas foram encontradas mortas dentro da toca de um urso pardo que rondava a região. Era um vampiro velho, experiente e muito forte, sabia bem como passar despercebido, sabia se misturar e o melhor, sabia mentir como ninguém.

Ajeitou a gola da jaqueta de couro que era sua marca registrada e calmamente caminhou até as portas pesadas feitas de madeira antiga da igreja. Observou os desenhos talhados na madeira e sorriu, fitando a cruz iluminada por Jesus Cristo. Balançou de leve a cabeça e entrou, observando discretamente os rostos das pessoas que oravam silenciosamente ajoelhadas, com as mãos unidas rente ao peito. – Besteira – Sussurrou para si mesmo, tão baixo que somente um vampiro poderia ouvir. Começaria ali seu plano para caçar sua tão queria Camille Bergen. Mikhail era alto e forte, possuía um porte físico invejável, e quando aproximou-se do padre baixo e calvo, teve vontade de rir, mas ainda estava mascarado com expressão gélida. – Padre – O vampiro o chamou, despertando a atenção do homem que arrumava com cuidado as velas sobre o altar. – Sim? – Ele sorriu gentilmente para o vampiro. Mikhail sentiu uma bola no estômago, vomitaria se pudesse, odiava ver bondade nas pessoas, lembrava-se de Mia e de Islabelle, e isso o incomodava muito. – O senhor vai me ajudar, não é? – Falou num tom baixo, estabelecendo uma conexão com os olhos do padre, que acenou positivamente com a cabeça. Segurou os ombros do velho e foi empurrando-o com cuidado até passar pelas portas da sacristia da igreja, tendo enfim, mais privacidade. Entortou o corpo para aproximar a boca do ouvido do padre, sussurrando seu pedido, enquanto ele assentia obedientemente com a cabeça. – Isso, talvez eu não o mate. – Mikhail sorriu perversamente, ainda mantendo a conexão com o padre. – Obrigado, senhor. – Sussurrou estático, assistindo o vampiro lhe dar as costas e sair da sacristia. Antes de abandonar a igreja, Mik parou em frente a enorme cruz onde a figura de Jesus Cristo era crucificada. – Perdão Senhor, pelas mortes que irei causar caso Camille dificulte as coisas. – A voz soara como uma ameaça, mas era um pedido de perdão verdadeiro, apesar de não acreditar que existia mesmo um deus. Abaixou a cabeça, fazendo lentamente o sinal da cruz, virou-se em direção às portas abertas e saiu sem dizer mais nenhuma palavra.

ENCERRADO


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Klaus Kauffman
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MensagemAssunto: Re: Fell's Church   Sex Out 05, 2012 8:02 pm

   TURNO ENCERRADO PARA TODOS!    
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MensagemAssunto: Re: Fell's Church   Qui Out 11, 2012 10:36 pm




Haunted by the Past






Aquela não estava sendo uma das minhas melhores noites de sono, devo reconhecer. Revirava-me na cama, tentando relaxar, mas algo me incomodava profundamente. Era uma sensação estranha que parecia estar me acompanhando desde o dia em que eu havia deixado o cemitério, e já havia se passado uma semana. Além disso, a coisa piorou ainda mais depois que estive no hospital. Comecei a pensar se não tinha algum outro espírito que não fosse Hunter me assombrando. E como se não bastasse, eu ainda ficava remoendo todas as coisas estranhas que o bruxo tinha me dito, sem contar no medo excessivo que captei em sua filha. Por fim, desisti de tentar dormir, troquei de roupa e resolvi sair para dar uma volta, afinal era melhor do que ficar trancada naquele quarto de hotel, pensando em espíritos e em coisas que eu ainda não conseguia entender. Já passava das vinte e três horas e Mystic Falls parecia estar quase adormecida, talvez pelo fato de ser um dia de semana. De qualquer forma, eu não me importava de vagar pelas ruas sozinha, gostava de caminhar durante a noite e não tinha receio de nada. Às vezes topava com alguém andando pelas ruas mais desertas, mas eu não tinha nenhum interesse em me alimentar, pelo menos ainda não.

Atravessei a praça e vi um casal saindo do bar em frente, o tal Mystic Grill. Aliás, aquele era um lugar que muito em breve teria o prazer de me receber, já que pelo visto era o local mais animado da cidade. Olhei em volta, admirando os pequenos prédios e as contruções antigas, enquanto sentia o ar delicioso da noite agitando de leve meus cabelos até que meus olhos fixaram-se em um lugar interessante. - Humm... E por que não, Camille? - Eu disse ao dar de cara com a imponente igreja da cidade. Talvez fosse uma boa hora para conhecer mais uma das muitas casas de Deus que se espalhavam pelo mundo. Então, atravessei a rua, já chegando do outro lado da calçada e parando bem em frente a igreja. Olhei para cima, avistando a imensa cruz na abóbada, analisando detalhadamente a construção. A igreja de Mystic Falls tinha cara de ter sido reformada, talvez tivesse sido erguida acima de outra construção mais antiga, o que seria mais provável. De qualquer forma, não era diferente das outras igrejas que eu já tinha visto. Podia aparentar certa modéstia do lado de fora, mas com certeza, deveria esconder muitas preciosidades do lado de dentro, e posso até dizer que eu já estava interessada em uma dessas preciosidades. Bem, pelo menos pra mim, sangue costuma ser uma coisa muito preciosa.

Sendo assim, me aproximei ainda mais e comecei a subir a pequena escadaria até chegar nas enormes portas de madeira pesada. Para a minha surpresa, elas estavam fechadas, mas não trancadas, então só precisei dar um pequeno empurrão para que uma delas abrisse o suficiente para eu poder entrar. Havia um silêncio mórbido quando adentrei no recinto, porém ele logo foi quebrado pelo som dos saltos de meus sapatos que ecoavam por todo o lugar. Meus olhos correram pelas imagens religiosas que se espalhavam por todos os cantos, pelos vitrais que ornamentavam ambos os lados das paredes, deixando que a pouca luz da noite os ultrapassasse. Haviam velas acesas em enormes castiçais, mas o mais estranho - para não dizer bizarro - foi a sensação de déjà vu que tive assim que comecei a andar pela igreja. Uma imagem relâmpago atingiu minha mente, enquanto meus olhos fixaram-se no altar. Havia sangue em profusão e eu podia ver cabeças de seres humanos ornamentando a mesa. Gritos agonizantes chegaram aos meus ouvidos, e de repente eu não estava mais na igreja de Mystic Falls, mas sim em outra igreja de séculos atrás e onde com certeza o horror predominou em abundância. A cena toda não durou mais que alguns míseros segundos, porém foi o suficiente para me deixar chocada. E olhe que são poucas coisas que poderiam me deixar assim.

De repente, fui arrebatada de forma quase violenta pela imagem de Mikhail, o que me fez ficar paralisada de susto. Pude vê-lo sorrindo para mim, daquele jeito sádico que eu tanto odiava. Ele estava sujo de sangue e segurava uma cabeça em uma das mãos. - Его голова будет рядом, маленькая лиса. - Ele disse em russo, enquanto ria, e então foi como se ele atravessasse o meu corpo e desaparecesse no meio do nada. Foram necessários alguns segundos para eu me acalmar até que finalmente notei a presença de um homem baixinho e calvo. Ele mantinha um olhar curioso, enquanto aproximava-se de mim em passos lentos. - Ah! Desculpe, minha filha, mas estamos fechados. - Sua voz era extremamente calma e bondosa, o que de fato só serviu para abrir meu apetite. "Não me chame de filha, seu maldito". Meu pensamento gritou, enquanto eu desviava a atenção para ele.

- Bem, nesse caso, acho que Deus deveria ser mais cauteloso com a sua própria casa, já que as portas estavam praticamente abertas. Afinal, nunca se sabe quem, ou o que pode entrar por elas, não é mesmo, padre? - Meu tom de voz era tão suave e acolhedor quanto o do homem, mas meus olhos, com certeza diziam outra coisa.

- Eu já estava indo trancar as portas quando vi você aqui, mas infelizmente, terei que pedir para que retorne amanhã. - Com um gesto gentil, o padre teve a ousadia de me indicar a saída, porém eu estava disposta a ficar um pouco mais.

- Mas padre, o senhor não está entendendo. Eu vim até aqui em busca de orientação. É um caso de urgência e preciso me confessar. Sabe, eu tenho feito coisas terríveis e preciso conversar com alguém que me ajude. - Eu estava quase chorando, mas era teatro puro, lógico. Me segurava para não rir, mas por dentro estava dando gargalhadas, enquanto observava a expressão de pena estampada no rosto daquele homenzinho idiota.

- Eu entendo a sua angústia, filha, mas infelizmente, eu preciso fechar a igreja. Por favor, volte amanhã e prometo que conversaremos com calma. - O maldito cometeu o erro de me dispensar pela segunda vez, então achei que era hora de confessar as minhas reais intenções.

- Diga-me uma coisa, padre. Quem o senhor acha que irá para o inferno primeiro? Será o senhor, por se negar a atender uma alma desesperada no meio da noite, ou serei eu, por tê-lo matado sem nenhum remorso? - O padre arregalou os olhos no mesmo instante em que eu lhe mostrava meus dentes afiados em um sorriso perverso.

- Demônio... É O DEMÔNIO!! - Ele gritava, enquanto tropeçava nos próprios pés ao tentar fugir, cambaleando nos degraus do altar. - Afaste-se, sua cria de Satã! - O padre puxou um crucifixo de cima da mesa do altar e tentou repelir-me com ele, o que só serviu para me arrancar uma gargalhada sonora.

- Um crucifixo?! Está falando sério? Isso aí não funciona comigo, seu imbecíl! E cria de Satã? Ok! Admito que o senhor quase acertou, já que eu e meu criador não estamos longe de sermos comparados a isso, mas sinceramente, eu já fui chamada de coisa bem pior. - Arreganhei mais os dentes e investi contra o padre, prendendo-o com força contra os degraus. Deixei meus caninos arranharem a pele de seu pescoço, fazendo o homem arrepiar-se inteiro, enquanto eu me preparava para abocanhar a sua jugular.

- "Pai Nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, vem a nós o vosso reino... - O padre desatou a rezar, fazendo-me revirar os olhos.

- Ah! Por favor! Está querendo que eu tenha uma indigestão? - Rosnei indignada, e sem perder mais tempo, afundei meus dentes na carne macia, sentindo o homem estremecer e quase gritar ao rezar mais alto.

- Mas livrai-nos do Mal. Господи, защитить свою душу от зла. Рассеивания тьмы и страха Моего духа, и дай мне силы бороться против тьмы и дьявола, который находится в нем. Это божественное огни, чтобы защитить нас от гнева Mikhail". - Murmurava o padre até que seu tom de voz, assim como o idioma mudaram, porém não foi isso que me fez desgrudar meus dentes de seu pescoço.

- O que você disse? - Perguntei sobressaltada e encarando o homem, mas ele não disse mais nada. - RESPONDA!! - Gritei furiosa.

- Mikhail! Он придет для вас, и Mylla убьет ее. Вы думаете, что вы можете избавиться от нее, маленькая лиса? Ты пытался убить своего создателя, и он не счастлива с ним. Mikhail заставит вас сожалеть, что ты сделал, сука предатель. Он придет, чтобы убить вас, Mylla! - Ele continuava falando em russo, pior havia mencionado um nome que a muito tempo eu não ouvia, pelo menos não de outra pessoa que não fosse eu.

- Como você sabe o meu nome? Como sabe sobre o Mikhail?! RESPONDA, SEU MALDITO!! - Gritei com raiva e apreensão na voz, ao mesmo tempo em que sacudia o homem baixinho no ar, levantando-o pelo pescoço como se ele fosse um boneco de pano.

- Mikhail está furioso com você, Mylla. Ele não vai descansar, enquanto não matar você, sua traidora. Você vai se arrepender! VAI SE ARREPENDER!!! - Com um rápido impulso e aproveitando que eu estava em choque, o padre desvencilhou-se de mim e correu para a mesa do altar, atirando-se sobre as velas que ainda estavam acesas. Em uma questão de segundos, seu corpo foi consumido pelas chamas, enquanto eu assistia a tudo horrorizada. A cena me fez lembrar do dia em que fui queimada viva, e de quando ateei fogo em Mikhail. Aos poucos e ainda em choque, comecei a me afastar do homem que já estava morto, notando que as chamas haviam se alastrado por outras partes do altar. Não demoraria até que a igreja toda estivesse em chamas, então não me restava mais nada a fazer senão sair daquele lugar. Corri para a sacristia e saí pela porta dos fundos, em passos apressados, mas procurando não chamar a atenção. Não havia andado nem quatro quadras e já podia ouvir alguém gritando "Fogo!" Durante o trajeto até o hotel, eu torcia nervosamente os dedos, quase quebrando-os, enquanto pensava em tudo o que havia acontecido. Quando finalmente cheguei ao hotel, ultrapassei as portas e a recepção feito um furacão. Senti a garganta apertar, mas apesar do pânico, não derramei uma lágrima sequer. Não conseguia e nem me permitia a fazer tal coisa.

Ao entrar em meu quarto, sentei-me na cama, olhando para o nada. Estava mais tensa do que uma estátua endurecida, e meu cérebro tentava desvendar, sem sucesso o que poderia estar por trás de toda aquela loucura. Eu estava grudada em uma teia da qual não conseguia escapar. Por mais que eu tivesse lutado durante todos esses anos, de alguma forma eu ainda me sentia como um pequeno inseto que estava prestes a ser devorado pela grande aranha que era o meu criador. Mesmo depois de Hunter ter feito o tal feitiço, Mikhail ainda conseguia estar presente em minha vida, assombrando-me implacavelmente. - Hunter! - Exclamei ao levantar da cama, indo em direção à janela. Suspeitar de que o bruxo tinha algo a ver com o que havia acontecido na igreja era mais do que óbvio, porém depois de ele ter me atormentado durante vários dias, já era de se esperar que o episódio na igreja fosse mesmo obra dele. Além de mim, Hunter era o único que sabia sobre o meu criador e sobre parte da minha história, então estava mais do que claro de que aquele maldito bruxo era o culpado. Só ele poderia fazer uma brincadeira tão baixa como aquela para me amendrontar, mas em breve eu colocaria um ponto final naquilo tudo. Mas apesar de ter certeza sobre o envolvimento de Hunter, eu ainda não conseguia encontrar a resposta para algumas perguntas. Como ele poderia saber sobre o apelido que meu criador costumava me chamar? Eu não havia comentado sobre isso com ele, além disso eu não entendia a visão que havia tido com Mikhail quando estava na igreja. Eram muitas coisas para assimilar e aquilo não estava me deixando nada feliz. - Ah! Não seja idiota! Ele está morto, Camille... Mikhail está morto. Não pode mais fazer mal a você. - Pensei em voz alta, soltando um suspiro e sentindo-me exausta. Logo fui embalada pelo som das sirenes que vinham do outro lado da praça, já que os bombeiros, finalmente haviam chegado para apagar o fogo na igreja. Sem dúvida a minha noite tinha sido uma excelente véspera de Halloween, porém algo me dizia que aquilo era só o começo.













Taggs: Mikhail Place: Igreja My Car Soundtrack: Personal Jesus - Marilyn Manson

Thanks THE FOX! DO OOPS! e Flying Away from TDN pelo template!




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Godric

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MensagemAssunto: Re: Fell's Church   Seg Out 15, 2012 8:58 pm

Moartea este la partea ta
Há muito eu havia me perdido, há muito eu havia deixado minha alma morrer em troca da vida eterna, há muito eu havia deixado de seguir a Deus para me tornar um ser de luxuria e morte. Tudo isso graças a Velkan, o maldito vampiro que me transformou. Eu não sabia o porque de Amelia ter pedido a sua neta para me libertar, mas os planos do destino são imprevisíveis.

Cá estou eu, dentro de uma igreja, não de fato dentro, mas em solo santo. Impedido de entrar pela dualidade existente em mim. Será que Deus ainda me aceitaria como seu filho? Penso, depois séculos de assassinatos, banhos de sangue, egocentrismo e niilismo desmedido, não seria de se esperar que Ele me deixasse a espera da tortura eterna.

Tomado pelo medo decido não entrar na casa Dele, não por agora. Viro-me e caminho lentamente para fora dos terrenos da igreja, quando vejo um rapaz, deveria ter no máximo seus vinte e quatro anos. Era alto, forte, era possível ver sua virilidade de longe, ao respirar inalei seus cheiros, um misto de feromônios sexuais, perfume e outros cheiros insignificantes a mim. Automaticamente meus caninos brotaram e meu rosto se transfigurou para o de vampiro, como seu eu fosse um recém-transformado, tudo devido ao tempo em que fiquei adormecido.

Não pude resistir e o segui, ele estava sozinho e a noite já caía, ele parou e acendeu um cigarro. Perfeito. Pensei, segui ate ele. - Com licença. - Digo a ele, que olha para mim, com um olhar desconfiado, porem simpático. - Pois não? - Perguntou antes de acender o cigarro. Olhei para ele sorri. - Você poderia me acompanhar? - Digo usando a hipnose. Com um pequeno gesto de cabeça ele largou o cigarro e me seguiu.

Estávamos dentro da Igreja, exatamente naquela parte abaixo do altar, a minha frente jazia o corpo sem vida do jovem, nu. Suas roupas rasgadas estavam em um canto, seu rosto continuava lindo exatamente como era quando estava vivo, acho que a palidez o deixava mais belo. Infelizmente o corpo do rapaz, não estava tão bem como o rosto. Deixe-me dizer que ele era um desses adolescentes sarados, não em excesso mais com o corpo definido e músculos proporcionais.

Eu havia começado a beber o sangue pelo pulso, mas fui tomado pelo impulso bestial e arranquei-lhe a roupa, quando comecei a beber da coxa, a veia femural, nesse ponto o sangue é tão forte quanto na jugular. Subi mais um pouco bebendo das veias na virilha, bem ao lado da genitália dele. Nesse momento ambos já estávamos em êxtase ele acabou dizendo que se chamava Jackson Avary. Cada vez mais eu subia em direção a jugular de Avary, cravei meus dentes em sua garganta e bebi o sangue. Quando percebi que iria mata-lo mordi meu pulso e dei meu sangue a ele, com um movimento rápido parei-lhe o coração agora era só esperar e ele estaria vivo, não como antes mas como um vampiro.

Nesse momento percebo que eu estava banhando em sangue, lágrimas vertiam de meus olhos, levantei meu olhar ate que se encontraram com os de Jesus na cruz. Eu posso jurar que ele me olhava com tristeza, como se ainda não tivesse desistido de mim. - Tatăl pentru că nu am putut rezista? - Digo em romeno. (Pai porque não consigo resistir?) Pego o corpo de Avary e desapareço da Igreja, deixando apenas marcas de sangue no chão.

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Tagged: Avery ~ Notes: Redenção, morte, transformação.


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Klaus Kauffman
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MensagemAssunto: Re: Fell's Church   Qui Nov 08, 2012 8:07 pm

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MensagemAssunto: Re: Fell's Church   

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