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 [FP] BRANDON, Henry

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Henry Brandon

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Mensagens : 208
Data de inscrição : 24/02/2012

MensagemAssunto: [FP] BRANDON, Henry   Qua Jul 17, 2013 5:43 pm


Henry Brandon


550/25.Vampiro.Henry Cavill.Gian (quem mais seria, com esse pp?).
Personalidade

Como humano Henry era calmo, sereno, gentil e atencioso. No entanto, após anos de tortura e abusos o menino gentil se tornou sádico. Em seus primeiro séculos como vampiro ele era violento, sanguinário selvagem, sem respeito pela vida humana, as únicas vidas que poupava era a de sua esposa e filhos, graças a um feitiço, mas isso fica para a história. Ele também era um crente em niilismo moral, com isso ele não acreditava que havia certo ou errado, apenas a sobrevivência ou morte. No entanto, ele abandonou a crença e passou a simpatizar com a humanidade e outras formas de vida. Ele veio perceber que o medo da raça humana dos vampiros era graças aos vampiros que tinham o mesmo pensamento niilista que ele. Com isso Henry voltou a ser como era quando humano, porem nunca deixou de usar seu lado maléfico, para atingir o que bem entendia.

História

O vampiro estava dentro do mausoléu, a bruxa do lado de fora. - Amélia meu amor, você deve me prender aqui, para toda a eternidade. – A bruxa chorava, ela não queria fazer isso ao vampiro que ama. - Henry, eu não posso. – Ela se negava a fazer. Mas o vampiro era persistente.

A muito custo a bruxa aceitou e o prendeu, mas diferente do que ele queria, não seria para o resto da eternidade. Henry olhou para ela. - Meu amor, este livro contem toda a história de sua família e você deve lê-lo e depois passar a futura geração. – A bruxa concordou. Por fim Henry disse. - No livro há também a minha história. – O vampiro deixou a bruxa e esperou ate que seu corpo adormecesse.

HISTÓRIA DE HENRY


Relatos de Petrinna Kaliaposvyk, em seu grimório – No ano de 1463.


Ah aquele dia, eu sabia que nada seria como antes, uma mulher esperando dois bebês? Aquilo só poderia ser mau sinal. Mas o que eu podia fazer? Além do mais, eu não sabia qual das duas carregava no ventre o dono daquela energia, eu suspeitava de minha filha, jamais me passou pela cabeça que fosse alguém que não tivesse sangue bruxo, mas o plano do destino é assim mesmo imprevisível.

Agora falarei sobre aquele dia. Chovia muito, uma forte tempestade havia se instalado na vila e parecia que não iria buscar outro lugar pra ir tão cedo. Há três dias não era possível ver o céu, além da escura e densa massa cinza que o encobria, mas já era noite a lua já estava no céu, mesmo sem ver eu a podia sentir, bem até hoje eu posso, sempre sei quando a lua está no céu e sei a sua fase, mesmo já sendo bem mais velha do que era há vinte anos e tendo meus poderes e minhas capacidades bem reduzidas. Eu era uma das mais poderosas bruxas que existam por essas bandas, mas deixe-me voltar à história. A chuva torrencial impedia qualquer um de fazer o que bem quisesse isso é claro que se você fosse um humano. A lua cheia brilhava por trás das nuvens, e por trás das altas montanhas que nos cercavam, ferozes lobos matavam escravos e prisioneiros. A maioria dos habitantes do vilarejo não sabia da existência dos lobos, mas eu e a aquela família, cuja mãe esperava dois bebês sabia, afinal de contas eles eram os feches do vilarejo sabiam melhor que ninguém quais seres estavam em suas terras. Deixe-me explicar uma coisa, aqueles lobos não eram comuns, durante os dias eram homens e mulheres, mas nas noites de lua cheia eles adquiriam a forma lupina.

Eu olhava pela janela, esperando à hora em que alguém em chamaria. Eu tinha cinqüenta por cento de chance de ficar em casa e ajudar a minha filha, mas como eu disse o destino não é algo que possamos controlar. Pude escutar pesados passos pelos corredores ate que uma de minhas escravas surgiu por uma das portas. - Senhora está nascendo. Os filhos de nosso senhor. – Engoli em seco e apenas respondi. - Raluca mande preparar minha carruagem. – Raluca saiu. Eu me levantei e fui em direção ao estábulo, quando minha filha apareceu. - Mãe, é a Callie, está nascendo, já está coroando. – Apenas pude olhar para minha filha. - Iana, você fará o parto de Callie, neste momento eu irei fazer o da esposa de nosso senhor. – Olhar de Iana era algo que beirava a incredibilidade e uma decepção. - Mas mãe... – Começou ela, no mesmo momento em que outro escravo subia na carruagem e tomando o lugar de coche. - Minha filha, eu te ensinei tudo o que poderia, a sua hora chegou confie em você e em seus poderes. – Disse a ela. Olhei para o cocheiro. - Agora vá. – A carruagem seguiu pela chuva, deixando para trás minhas filhas.

O parto foi fácil e tranqüilo, tão tranqüilo que nem pude perceber que a energia que eu sentia há meses estava em uma das crianças. Eu nunca havia visto crianças como aquelas, ambos morenos e de cabelos negros, mas possuíam uma palidez não comum, estavam em perfeito estado de saúde, mas o conjunto, sendo analisado agora indicava que algo não era normal, mas eram muitas preocupações em minha cabeça naquela época e eu não percebi isso. Por fim, disse ao pai que seus filhos eram perfeitos e saudáveis e voltei para minha casa.

[. . .]

Relatos de Iana Kaliaposvyk, em seu grimório – No ano de 1463.


Eu não acreditei no que minha mãe fez me deixar ali sozinha para fazer um parto, ainda mais sendo o de minha irmã. Mas eu não tinha escolha era fazer o parto ou Callie morreria. Respirei fundo e voltei para o quarto, expliquei a minha irmã o que estava acontecendo, ela apenas sorriu e disse que confiava em mim, que ela havia sido criada para ser a dona da casa e eu a bruxa. Essas palavras de encheram de confiança e então eu fiz, como minha mãe havia dito deixando meus poderes me guiarem.

A-ya nasceu linda e perfeita, no momento em que ela olhou em meus olhos um turbilhão de imagens surgiu em minha mente. A-ya já era uma mulher, ela dava a luz a dois bebês, um lindo casal. Ao seu lado havia um homem ele era estranhamente pálido, era como se ele fosse à morte, mas ele e A-ya estavam felizes com o nascimento. Do mesmo modo que começou, terminou por sorte ninguém percebeu, guiada por meus poderes a não dizer nada sobre a visão a ninguém, deixei o bebê com Callie e saí do quarto.

[. . .]

Anotações de Dragos Razvan – Entre os anos de 1463 à 1488.


“Minha felicidade era enorme, depois de cinco filhas finalmente eu tinha, não um, mas dois homens em minha casa. Dois filhos que perseguiriam com minha linhagem, a bruxa que fez o parto, disse que meus filhos eram saudáveis e que aquela estranha palidez não seria nada de mais. Naquele momento eu não ligava com a guerra que acontecia, não ligava para os escravos e prisioneiros sendo mortos alem das montanhas, finalmente minha família estava completa.”

“Os meninos são muito inteligentes, Hiruzem se dedica muito a ser o novo chefe do vilarejo, enquanto Henry se interessa pelo exercito. Hoje levarei Henry ao posto de alistamento, ele já esta na idade e logo também devera se casar e começar sua própria família. (...) Meu garoto já ficou no exercito, amanha irei procurar sua futura esposa. (...) Hoje fui a casa da bruxa, a neta da mesma, A-ya tem a mesma idade de Henry, e a família aceitou o casamento, escreverei o menino, que assim que ele vir para casa ira se casar.”

“Henry chegou e o levei a conhecer sua noiva, aparentemente ele se encantou por ela, pois logo que teve oportunidade a levou para um passeio. Meu menino já é um homem e logo terá seus próprios filhos.”

Relato de A-ya Kropmbel, em seu grimório – No ano de 1488


Hoje foi o melhor dia de minha vida, Henry é um amor de pessoa e eu o quero como meu marido. Dedicarei minha vida a ela, sua vontade será a minha vontade. Hoje logo após seu pai o trazer ate em aqui em casa, ele pediu para que pudéssemos passear pela fazenda, minha mãe concordou e eu fui. Ele não tentou fazer nada comigo, ele me respeitou, e disse que quando me viu seu coração parou e quando voltou a bater o único motivo de fazer isso era me fazer feliz, eu sabia que ele dizia a verdade. Não vejo a hora do casamento e poder dizer que eu e ele somos um. Ah como eu o amo.

[. . .]

Relatos do General Velkan – Ano de 1489.


Finalmente o dia da grande vitoria foi decretado. O senhor do vilarejo caiu, seu filho foi morto e suas filhas e esposa levadas como escrevas. O único sobrevivente foi Henry, por seu meu tenente, apenas por esse motivo. Eu gosto dele, há algo nele que me atrai, mesmo que eu nunca o tenha tido em minha cama, mas isso logo mudaria. Eu o grande Velkan, havia sido benevolente de mais, mas de hoje não passaria, minha vitoria seria completa mesmo que tivesse que suar meus poderes de vampiro para conseguir o que faltava. Mandei colocarem a esposa de Henry em um quarto especial, ela era prisioneira, mas não escrava. Henry nada sabia do que havia acontecido no vilarejo, eu o havia mandado ao outro lado da montanha, e ele só voltaria à noite.

Henry chegou e logo percebeu que algo havia mudado, mas logo o hipnotizei para que se esquecesse de tudo. Em seguida o compeli a se tornar meu escrevo, não seria um escrevo comum, ele seria meu escravo sexual, por assim dizer. E minha vontade foi feita, mas não parava por ai, Henry era torturado constantemente pelos outros membros do exercito, pois sempre negava servi-lhes como me servia.

Relatos do General Velkan – Ano de 1491.


Durante dois anos, Henry me serviu como parceiro sexual e como doador de sangue, mas já era hora de eu partir, as pessoas já começavam a falar que eu não envelhecia. Eu queria levar Henry comigo, mas seria muito perigoso, ele se lembraria de tudo e poderia se voltar contra mim. Mas era um risco que eu estava disposto a correr.

Mandei Henry ir ate sua esposa e a trazer ate meu quarto, disse a eles que iríamos viajar e que eles deveriam mudar de nome, para não serem caçados. Ambos arrumaram suas coisas, A-ya foi se despedir de sua família, quando a bruxa voltou seguimos caminho e fomos para a França, sem dizer anda a ninguém.

[. . .]

Relatos de Henry – Ano de 1491


Chegamos a França, no inicio de abril, uma parte de mim queria ficar com A-ya, enquanto outra desejava Velkan, essa dualidade se encontrava em mim a quase três anos, tinha momentos que a duvida quase me matava. Estávamos em uma terra nova e eu queria começar de novo, após dois anos se estar de fato com minha esposa eu a tive, Velkan havia saído. Era como se eu entrasse em um sonho, eu e A-ya. Éramos um casal feliz de novo.

Após alguns meses A-ya revelou estar grávida e eu me senti muito feliz, Velkan foi quem não gostou muito da idéia, nesse período eu ainda me sentia obrigado a servi-lo, mesmo contra minha vontade, eu não sabia explicar era servi-lo era algo que eu não podia controlar. Certa noite enquanto servia a Velkan ele me deu de seu sangue, dizia que era para me deixar mais forte, eu não entendia o que ele queria dizer, eu não sabia o porquê estar fazendo aqui, ele acariciava meu corpo, quando senti sua mão subindo por minhas costas e chegando ate minha nuca, ele me beijou, um beijo quente e repleto de sangue, meu e dele, ate que ele me matou, quebrando meu pescoço.

Quando acordei, sentia fome. Olhei para ele que sorria um sorriso de deboche e sarcasmo. Velkan me explicou o que eu havia me tornado e que eu deveria beber sangue humano para completar a transformação, logo me veio A-ya a cabeça, mas era como se uma fera protetora acordasse dentro de mim, eu não poderia feri-la, ela alem de ser minha amada carregava meu filho. Olhei novamente para Velkan, que já estava perto de mim, eu podia sentir seu corpo junto ao meu, cada músculo rijo em contado com minha pele, estranhamente eu já não o desejava, mas eu não poderia mostrar isso a ele, agora. Algo me dizia para entrar no jogo dele, mas uma vez eu o servi e como recompensa ele me deu uma humana, eu a drenei completamente, não sabia me controlar, neste momento foi como se uma represa estourasse todas minhas lembranças voltaram, por culpa de Velkan minha família havia sido morta. Neste momento eu tomei minha decisão eu o mataria.

Disse a Velkan que não estava preparado para dormir com A-ya naquela noite, o vampira logo tratou de dizer que eu poderia dormir com ele, e foi o que eu fiz, durante todo o dia extraí informações sobre como ser um vampiro e ate mesmo como matar um vampiro. Quando ele estava em um sono profundo, eu cravei um estaca em seu coração, eu havia me vingando.

Após matar Velkan, saí do quarto, eu não me sentia mais o mesmo, na verdade eu não era o mesmo. Eu teria que contar a A-ya, ela já dormia, a acordei. Ela se assustou, expliquei tudo o que havia acontecido e mesmo com medo ela me abraçou e disse que tudo ficaria bem.

Relatos de A-ya Campbell, em seu grimório. – Em 1491.


Assim que chegamos a França, mudei o meu nome para Campbell, ficamos na mesma casa que Velkan, eu me sentia mal toda vez que ele estava no mesmo lugar que eu. Era uma sensação ruim como se a morte estivesse ali. Lembrei-me de uma vez minha avó dizer sobre homens que abdicaram da humanidade pela eternidade e que suas almas morriam, eu nunca havia sentido isso ate aquele momento, mas por amor a Henry ignorei.

Passaram-se alguns meses, e descobri que estava grávida, contei a meu marido que se alegrou imensamente. Velkan não gostou muito e naquele dia Henry não dormiu comigo, eu me sentia péssima todas as vezes que isso acontecia. Desta vez eu sabia que algo ruim iria acontecer. Adormeci com aquele sentimento ruim. Acordei assustada, Henry estava ao meu lado, e agora eu podia sentir a mesma sensação de morte nele, me assustei e desesperei com aquilo. Ele me contou o que havia acontecido, e tudo se encaixava. Eu o abracei e disse a ele que tudo ficaria bem.

Ele disse sobre não querer pro em risco a nossa família, foi então que eu tive a idéia, fazer um feitiço para ele não nos atacar. Após alguns meses eu fiz, só que o feitiço não só impedia que Henry nos matasse, mas percorreria toda a sua linhagem, qualquer um que fosse transformado por ele, não nos atacaria. Em contra partida o vinculo havia criado entre os Campbell e Henry uma ligação e essa ligação os bruxos deviam obediência ao vampiro.

[. . .]

Finalmente meus filhos haviam nascido um menino e uma menina, o menino herdara os traços de Henry, que a essa altura era extremamente selvagem e bestial. Ele não dizia, mas eu sabia que ele fazia matanças, não toda a noite, mas pelo menos uma vez por semana ele matava pessoas. Mas como eu estava dizendo, Pierre era a cópia do pai, enquanto Fleur era minha, estranhamente Pierre nasceu com poderes, era o primeiro homem em minha família que nascia com poderes.

[. . .]

Relatos de Fleur Campbell, em seu grimório – No ano de 1511.


Eu e meu irmão sempre soubemos o que nosso pai era, sabíamos de suas matanças e de seus hábitos sanguinários, mas conosco e com nossa mãe ele era doce, gentil e sereno. Eu não entendia o porquê dele se revelar tão sanguinário com os demais.

Hoje foi um dos piores dias de minha vida, melhor dizendo foi o pior. Por volta das onze da manha minha mãe faleceu, nem meus poderes e nem o sangue de meu pai poderiam curá-la, a única cura era a transformação, mas ela se recusava a viver uma vida sem sua ligação com a natureza. Meu pai estava desolado, sendo um vampiro ele matou muitas pessoas por frustração, Pierre também estava no mesmo estado, mas se recusava a usar seus poderes para compensar a dor. Eu tive que me manter forte, por mim, por eles, por minha mãe e por minha filha, Béatrice. Antes de morrer minha mãe me passou seus poderes e me disse que era para eu passar para Bea, quando fosse à hora.

Naquela noite, meu pai disse que iria partir, disse que nos amava, mas não suportaria viver na casa em que a sua amada esposa morrera. Eu e Pierre ficamos tristes, mas sabíamos que quando à hora chegasse ele iria partir. Desde esse dia nunca mais o vimos, mas eu o podia sentir, mesmo não se revelando a nos ele nos cuidava e protegia.

[. . .]

Relatos de Henry – No ano de 1511 a 1519.



Desde que eu havia sido transformado em vampiro, não via a necessidade de andar durante o dia, mas nesse dia eu queria tentado a sair no sol, eu queria morrer. Mas eu não podia fazer, eu tinha que proteger meus filhos. Então esperei a noite cair e disse-lhes que iria embora. Naquela noite eu matei como nunca havia matado antes, e quanto mais eu bebia o sangue, mais eu conseguia desligar minhas emoções. Naquela noite eu matei mulheres, crianças, velhos, homens não fiz distinção alguma.

Durante os anos se seguiram eu fiquei ali os protegendo, minha matança não parava e eu me sentia bem com isso. Quando pude perceber que estavam seguros parti. Deixei a França, eu buscaria novos ares, novas pessoas, novas vitimas. Com isso segui para o que é hoje a Itália. Vive por lá durante alguns anos.

Nesse período eu conheci um britânico Leonard Turner, um ambicioso negociante que visava apenas o lucro. Vi nele a probabilidade de fazê-lo um vampiro. Aproximei-me de Turner e o transformei, mas as coisas não saíram como planejado e recém-criado virou-se contra mim, desde então eu nunca mais o vi. Continuei meu caminho, sempre voltando regularmente a França para ver meus descentes.

Ao chegar encontrei meus descendentes desolados, a peste negra os assolava. A magia não era capaz de cura-los, então eu decidi dar-lhes meu sangue, apresentei-me a eles. E eles já sabiam quem eu era. Disse a eles que os salvaria, um a um, eu os salvei, mas uma vez a linhagem de burxas Campbell estava assegurada graças a mim.

[. . .]

Relatos de Henry – Nos anos de 1520 a 1530.


Durante um século e meio eu vivi uma vida intermitente, indo de um lugar a outro, nada de muito interessante havia ocorrido em minha vida, percorri toda a Europa saxônica, toda a Grã Bretanha, ate que em 1507 voltei a França, a guerra entre franceses e ingleses estava esfriando e uma comitiva britânica estava chegando. Eu logo avistei um humano, logo tratei de descobrir quem seria. Henry  Brandon, Arquiduque de Suffolk, em certa noite eu o transformei, não cometi o mesmo erro de quando transformei Turner, desta vez eu escrevi uma carta dizendo o que ele havia se transformado e caso tivesse vontade de me conhecer era para buscar-me pelo novo mundo. Eu sabia que um diria iria para lá e eu também sabia que Henry  também iria. Fiquei na França pelos próximos anos.
Em 1448 eu conheci Henry  Sturges, um homem brincalhão, porem sarcástico, eu o transformei porem , assim como Turner Sturges jurou ódio a mim, não tive escolha se não deixa-lo, eu não queria mas era o certo a se fazer e assim eu fiz, o deixei na Inglaterra e voltei a França.

[. . .]

Relatos de Henry – Anos de 1600 a 1750


Durante esse século e meio fiquei apenas observando a família Campbell. Neste momento é valido lembrar que a linhagem nasceu de mim, e sobreviveu a peste negra graças a mim, porem mais uma vez eles necessitavam de mim. A família beirava a pobreza, os títulos de nobreza já não os sustentavam, apresentei-me a eles novamente e ofereci-lhes dinheiro. Eles sabiam que podiam confiar em mim, e assim fizeram, meu esperma havia começado a linhagem, meu sangue a salvada e meu dinheiro a mantido livres da fome. Antes de partir pediu a uma das bruxas que fizesse amuletos que o permitisse andar pelo sol.

Relatos de Henry - Anos de 1781 à 1850


Parti para o norte em busca de um novo filho vampiro. Eu queria alguém que tivesse minhas habilidades, e o encontrei. Eric Miorecht era uma noite fria e ele e o pai estavam caçando em montanhas no norte da Europa. O pai era totalmente desprezível aos meus objetivos, então o matei, drenei todo o sangue do corpo do homem. Transformei Eric e o mesmo voltou ate mim, desta vez eu havia acerto, finalmente um vampiro que realmente fosse meu.

Vivemos algum tempo nas terras do Viking, ate que decidi voltar a França, Eric veio comigo. Fomos ao castelo de Celeste Campbell, finalmente os amuletos estavam prontos. Curiosamente eram dois amuletos, entreguei um a Eric e ficou com outro. Pedi para que Celeste que ligasse Eric a linhagem Campbell, sem revelar ao vampiro que eu era o originador da família.

[. . .]


Relatos de Henry – Nos anos de 1860 a 1980


Em 1918, pedi a Eric para que fosse ate o Leste Europeu, a fim de resolver alguns assuntos para mim. Voltei à França. Lá encontrei Adele Campbell a nova herdeira do legado. Adele era uma jovem bela e prometida a casamento de a Damen Auguste, um italiano com algumas posses em Paris. Mas o pobre foi acometido com a gripe espanhola. Quando cheguei já era tarde, uma vampira chamada Katrina Frost já o havia transformado. Como vingança a vampira, convenci Adele a apagar da memoria de Damen a existência de Katrina, assim Damen seguiu seu caminho longe da vampira.

Durante os cento e vinte anos que se passaram e Eric e eu víamos em verdadeira paz, matávamos e nos deleitávamos em todo o sangue que encontrávamos. Mas a hora da separação se aproximava, eu podia perceber que Eric ficava cada vez mais preocupado com a quantidade mortes que estavam causando. E o pior de tudo, isso também começava a me incomodar, não era certa a morte de tantos inocentes. Algo em mim começava a mudar.

Em uma certa noite estávamos bêbados de tanto sangue e Eric disse que iria ir embora. Eu deixei Eric partir, diferente dos demais, eu sabia que ele voltaria, mais cedo ou mais tarde. Com o passar dos anos comecei a perceber que aquela vida niilista não era a correta. E pouco a pouco fui mudando minha maneira de ver o mundo. Fui à França e conheci Amélia Campbell. Amelia era a copia exata de A-ya, e eu logo me apaixonei por ela. A bruxa também se apaixonou por mim, mas a instruí a casar-se com um bruxo.

[. . .]

Relatos de Henry – Nos anos de1990 a 2000


Finalmente eu havia deixada aquela vida de niilista. Agora raramente eu matava alguém, só fazia quando era realmente necessário. Sempre que possível eu mantinha contato com Eric, voltei à França e descobri que a família Campbell havia se mudado pra o Canada. Fui ate lá e encontrei Amélia, ela estava doente, um câncer em estado terminal no cérebro. Aquilo para mim foi a pior coisa que poderia ter acontecido. Toda a dor da morte de A-ya estava de volta, eu era amaldiçoado por minha existência.

[. . .]

ATUALIDADE


Quase dois anos haviam se passado desde o encontro de Amélia e Henry, a essa altura a bruxa já havia morrido e entregado o livro a Amber, sua neta. Amber veio ate Mystic Falls e libertou Henry do feitiço de sua avó, o vampiro estava seco e para que ele fosse despertado ela deixou uma bolsa de sangue. Fez um pequeno furo e colocou o sangue na boca do vampiro, o deixando ali.

Pouco a pouco o vampiro foi recobrando a consciência, em minutos estava vivo, como se nada tivesse acontecido. Alimentou-se de uma humana que estava por ali em prestação de luto. Ele estava vivo e sua nova função seria ensinar a seus procriados a verdade sobre o mundo.
PERSONALIDADE:
Como humano Henry era calmo, sereno, gentil e atencioso. No entanto, após anos de tortura e abusos o menino gentil se tornou sádico. Em seus primeiro séculos como vampiro ele era violento, sanguinário selvagem, sem respeito pela vida humana, as únicas vidas que poupava era a de sua esposa e filhos, graças a um feitiço, mas isso fica para a história. Ele também era um crente em niilismo moral, com isso ele não acreditava que havia certo ou errado, apenas a sobrevivência ou morte. No entanto, ele abandonou a crença e passou a simpatizar com a humanidade e outras formas de vida. Ele veio perceber que o medo da raça humana dos vampiros era graças aos vampiros que tinham o mesmo pensamento niilista que ele. Com isso Henry voltou a ser como era quando humano, porem nunca deixou de usar seu lado maléfico, para atingir o que bem entendia.




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MensagemAssunto: Re: [FP] BRANDON, Henry   Qua Jul 17, 2013 9:55 pm

nem fudendo que leio tudo isso SUIASHHUASHUIS
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MensagemAssunto: Re: [FP] BRANDON, Henry   Qua Jul 17, 2013 10:05 pm

avemaria Gian, essa ficha é maldade.
Tá boa, mas só muda essa história de não ter o lapis lazule e sim um outro ~~ q tá no seu perfil.
bom, de resto tá td certo.

APROVADO.



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MensagemAssunto: Re: [FP] BRANDON, Henry   Qua Jul 17, 2013 10:17 pm

vou acertar tudo Lindeza :3

e o perfil ainda é antigo.
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Caroline Forbes
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MensagemAssunto: Re: [FP] BRANDON, Henry   Qua Jul 17, 2013 10:18 pm

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MensagemAssunto: Re: [FP] BRANDON, Henry   

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[FP] BRANDON, Henry
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