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 Hospital de Mystic Falls

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Caroline Forbes
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MensagemAssunto: Hospital de Mystic Falls   Qua Nov 23, 2011 1:37 pm

Relembrando a primeira mensagem :




some kind of happiness
Vampira. Controladora. Preferencia para Híbridos.
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Matthew Collin

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Qui Maio 03, 2012 11:45 pm


the reunion unexpectedly
Roupa | Carro | Humor : Tenso

Eu cantarolava set fire to the rain enquanto percorria com facilidade as ruas monótonas de Mistic Falls , devia estar por volta de uns 15° graus lá fora , mais a sensação era de bem menos com os fortes ventos que soprava do sul . Não demorou muito até que chegar no pequeno hospital da cidade , estacionei perto da UTI onde quase não havia carros . Apanhei o ramalhete de rosas no banco do carona e respirei fundo antes de sair em direção a portaria . Passei por alguns procedimentos de costume antes de adentrar no leito .

Ansiosamente eu caminhava pelos corredores gélidos do hospital até encontrar com Mia ja acordada . Nós nos encaramos por um longo tempo . Estava silencioso , exceto pelo zumbido dos aparelhos , o bipe , o gotejar , o tique-taque do relógio grande de parede . Por fim sua expressão se suavizou , me aproximei e lhe entreguei as rosas - Isso é para você , é bom ver que esta bem Mia - Beijei suavemente sua testa e me afastei , foi então que me dei conta de quem estava ali - Oi Prim , vim assim que recebi sua mensagem - Sorri de canto .

Hospital


Última edição por Matthew Collin em Sab Maio 05, 2012 2:38 am, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sex Maio 04, 2012 12:28 am

Mia Rinaldi


Logo depois que o pequeno garoto acendeu as luzes e despediu-se, olhei para a garotinha loira. Por que ela estava ali? O que estava acontecendo? Voltei a realidade ao sentir a mão de alguém na minha. Era quente e parecia que conhecia. Um nome me veio a mente, John.

- Está bem... - Foi tudo que consegui dizer.

Logo em seguida ele se foi, virei-me para a garota e dei um meio sorriso.

- Quem é você? O que houve comigo? - Seus traços eram de uma linda menina, ela se tornaria uma bela mulher. Poderia casar-se com qualquer rei.

A porta do quarto novamente abriu-se e um rapaz loiro aproximou-se de mim com um buque de rosas, eu peguei um pouco confusa.

- Fico extremamente grata... Mas quem é essa Mia? - Pude notar o olhar de choro na garota, ela segurou a mão do rapaz mais forte.

- Sinto que conheço vocês, mas não me lembro... - Meu olhar parou nos olhos do rapaz loiro.



Data:
04/05/2012

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Humor:
Em Coma



Local:
Hospital
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Prim Rinaldi

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sex Maio 04, 2012 12:52 am


Prim Rinaldi






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• 04/05/2012 • Noite • Hospital • Mia, Matt •



Enoque saiu, senti-me vazia e inútil sem a presença dele. Terry também teve que ir. Todos precisavam voltar, mas a minha preocupação era Mia.
Mia estava estranha, senti meu coração ficar cada vez mais apertado. Olhei para a porta que abriu-se e Matt entrou.

Mia tinha dito algo sobre ele. Se não me engano ele estava bêbado e a beijou. Agora nem dele ela se lembra. Talvez seja algo passageiro, tentei me confortar.
Olhei para Mia assustada. Meu Deus! Ela não sabe quem é, meu olhar assustado foi dela para Matt. Agarrei sua mão com força.

- Mia... Sou sua irmã! Sua irmã que tanto te ama! - Falei chorando.

Era muita coisa para aguentar, eu não suportava vê-la assim. Fechei os olhos, implorando para que isso seja algo temporário.





•TAGGED:Mia, Matt•MUSIC:---


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John Terry
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sex Maio 04, 2012 1:07 am

Fighting in the Darkness
Feels like a frozen, under my skin, I'm forever lost. Here in the shadows, in the twilight…


Ouviu com clareza as palavras de Zed no outro lado da linha, concluiu com agilidade todas as possibilidades que poderiam definir o que exatamente seria aquilo. – Como é que é...? – murmurou ainda ao telefone enquanto a mente relacionava tanta informação. Cicatriz da tribo definitivamente não batia com as palavras de seu irmão dizendo que agora ele estava sob a própria responsabilidade, mas antes de pensar nos inúmeros confrontos internos que a sua alcateia dos Garras Vermelhas poderia estar sofrendo, pensou no que aquele indeterminado visitante poderia estar fazendo a procura de si. Em resumo apenas duas opções lhe vieram em mente, ou ele seria apagado da história ou estaria ali para ajudar Terry a seguir em frente. Primeira ou Segunda, primeira ou segunda, inimigo ou aliado como poderia classificar o sujeito que saiu da Dinamarca para procura-lo naquela cidade no fim do mundo?

- Não se envolva mais nisso Zed, pode ser perigoso, eu vou para lá agora mesmo. – sem cerimônias e sem deixar espaço de tempo para que o bruxo pudesse falar, John desligou o telefone e o guardou no fundo de uns dos bolsos. A dúvida novamente entrava em seu campo de batalha e claro, o seu atual estado mental deixava claro que uma típica luta entre dois lados dentro de si próprio ainda estava ocorrendo, aos poucos o branco de seu olho esquerdo começava a ser tomado por um tom totalmente negro, como a reação que ocorre quando se joga algumas gotas de corante num balde d’agua, para preparar uma determinada cor de tinta. Os passos rapidamente foram trocados pela correria, passou pela a maioria das pessoas fazendo questão de desviar de todas, não estava numa velocidade sobre-humana, mas poderia fazê-lo se quisesse, só achou que não seria apropriado, ou ainda, não pensou em fazê-lo, uma vez que sua mente estava nos problemas que poderiam vir.

‘Mãe, mesmo que eu não possa te ouvir espero que possa fazê-lo, não abandone esse filho seu...’; pensou por breves instantes enquanto apertava a velocidade, mesmo que se tornar-se em qualquer coisa que não fosse algo conhecido, Gaia sempre estaria ali, mesmo que não pudesse senti-la ou mesmo falar com ela, sabia que ela estaria ali o tempo todo, era como as preces dos humanos ao ser que intitulavam como Deus, eram mais que palavras jogadas ao vento, eram murmúrios e desejos direcionados a uma existência que para eles era digno de deixa-los de joelhos. Saiu do hospital, ansiando para que Prim ficasse bem, rogando para que Mia melhorasse, clamando para que Gaia o respondesse e torcendo para que o estranho não fosse um inimigo.


Humor Tenso; Vestindo: Bermuda - Camiseta - Tenis
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Matthew Collin

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Maio 05, 2012 2:14 am


remember me please
Roupa | Carro | Humor : Tenso

Talvez eu devesse desmoronar também , chorar até minhas pupilas ficarem inchadas e rochas , lamentar todo o acontecido ou colocar toda a culpa na vida injusta .... Mais não , Mia e Prim precisavam de uma base , alguém que as reconfortasse e trouxesse segurança , ainda mais agora que Mia parecia ter esquecido sua vida pré-acidente - Sou eu Matt e essa é sua irmã Prim - Reafirmei , me pus ao lado da pequena garota frágil e a trouxe para meus braços - Vai dar tudo certo , sempre dá - Sussurrei apenas para que ela ouvisse . O olhar vazio de Mia era doloroso , me corroía por dentro cada pergunta , cada gesto , era como suas lembranças fossem apenas pequenos dejavus .

Hospital


[ OFF : Desculpa a falta de criatividade sono me domina ;X ]
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Maio 05, 2012 4:41 am

Mia Rinaldi


Olhei para a garotinha, eu senti que devo protegê-la de todas as coisas ruins.

- Prim... - Falei confusa.

Olhei para o rapaz que dissera ser Matt. Eu só sabia que ele era o Matt. Fiquei aflita e corei um pouco.
Estava cansada e minha cabeça doía muito.

- Eu não me lembro de ter irmã... Onde está Henry? - Perguntei a Prim e olhei para Matt?

Por que eu estava irritada e confusa em relação a esse rapaz? Quem ele era? Quem eram todos?

- Desculpe mas vocês devem estar me confundindo, chamo-me Izabe... - Fiquei mais confusa ainda.

- Matt... Prim... Eu sinto que os conheço, mas não me lembro... - Olhei para baixo, tentando-me lembrar. Levantei minha cabeça, encarando-os.

- Onde está o homem que invadia a casa? Ele fez coisas terríveis comigo... - Falei em soluços. Eu estava chorando e tremendo.

Não podia olhar para os dois. Eu nem sabia quem eu era e o que estava acontecendo comigo. Não acreditava em ninguém, embora eu sentisse que devesse.



Data:
05/05/2012

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Prim Rinaldi

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Maio 05, 2012 4:59 am


Prim Rinaldi






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• 05/05/2012 • Noite • Hospital • Mia, Matt •



Meu olhar ia de Matt à Mia. Não podia ser verdade, podia? Eu realmente estava ouvindo tudo aquilo?

- Mia... Sou sua irmã! - Falei contente. Logo meu sorriso se desfez e olhei para Matt assustada.

- Henry nos salvou, você lembra? - Perguntei triste porém com esperanças.

Talvez ela estivesse se lembrando aos poucos. Era algo só passageiro como En disse.
Mia começou a falar que não nos conhecia e que se chamava Izabe-alguma-coisa. Em seguida ela falou que sentia que nos conhecia, abri um sorriso e concordei com a cabeça.

- Não se preocupe, irá lembrar aos poucos. - Assim esperava.

Mia estava chorando, soluçando e tremendo. Onde todos estavam nesse momento? Ainda bem que Matt estava presente, não sabia como iria ficar, talvez me rendesse ao sofrimento.
Minha irmã estava muito confusa. Olhei para Matt e pedi para que ele a acalmasse em leitura labial.

- Preciso fazer uma ligação. Meus pais precisam saber que ela já está acordada. Já venho Matt. - Peguei o celular e fui para fora da sala.

Andei até a recepção e gravei o número de Terry no meu celular caso a caneta em minha mão apagasse.
Disquei o número de casa e conversei com meus pais. De início deram um berro de felicidade e falaram que em breve estariam aqui.





•TAGGED:Mia, Matt•MUSIC:---


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Matthew Collin

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Maio 05, 2012 2:54 pm


all over again
Roupa | Carro | Humor : Bom

Sorri de canto para Prim mas logo me voltei a Mia , seu olhar ainda era confuso e as suas lembranças ainda eram remotas , quem diabos era Izabe , ou algo do tipo ? , pensei tentando me recordar de alguém . Me acomodei ao lado da garota , ficamos nos olhando por um longo momento . A mão dela estava extremamente gélida . Em meu rosto eu sabia que não havia nada além de uma tristeza suplicante . Eu não queria ter de dizer adeus agora mesmo que por pouco tempo . No início seu rosto refletiu o meu , mas depois , como nenhum de nós desviava os olhos , sua expressão mudou . Eu soltei sua mão , erguendo a outra para passar a ponta dos dedos em seu rosto , descendo-os até seu queixo - Mia ... - Sussurrei - É tão bom te-lá de volta , vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para que você tenha suas lembranças de volta , menos a parte que você me achava um idiota - Sorri - Bom até que eu sou um idiota legal , não acha ? - Disse quebrando totalmente o clima , era isso ou , ai meu Deus ela não se lembra de nada ( gritos ) . Eu era realmente um bobo .

Hospital







Última edição por Matthew Collin em Sex Maio 18, 2012 4:13 pm, editado 2 vez(es)
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Henry Brandon

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Maio 05, 2012 5:03 pm


Henry Brandon




Havia deixado o bruxo ate seu quarto na pensão, gostaria de ter entrado e seguido com seu plano, mas o bruxo simplesmente bateu a porta em sua cara. Henry entretanto não fez questão de entrar no quarto, ate porque não passaria pela soleira da porta. Como havia estabelecido que veria Mia, assim que saísse do Grill, seguiu para o hospital.

Ao chegar encontrou Prim na recepção. Prim estava com o rosto triste, como se algo ruim estivesse acontecendo.- Você está bem? - Seguiu entre os corredores, se entranhando cada vez mais no interior do hospital. O cheiro de sangue não lhe afetava, havia curso medicina diversas vezes, e sempre tivera a vocação de ser medico. Por fim chegou ao quarto. Mia estava acordada, o que deixou o vampiro intrigado. Ao final seus olhos caíram sobre o humano, já havia o visto no baile da escola. Ele estava com a outra menina, a morena, que também estava envolvida no acidente. Olhou para Mia. - Quando ela acordou? - Deixou a pergunta no ar.



Hospital, With: Prim, Mia e Matr.

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sex Maio 11, 2012 1:52 am

Mia Rinaldi


A pequena garota que diziam ser minha irmã tinha saído. Tudo ainda era muito confuso.

Seu toque havia ternura e fez com que meu coração acelerasse.
Quem era esse cara? Ele parece estar tão preocupado comigo, mas o outro também, o John. Nomes são tudo de que me lembro. Fechei os olhos, mantendo-me presa nesse calor agradável e em seguida ele se afastou, abri meu olhos tão rápido que parecia que eu estava assustada.
Sua mão segurava meu queixo, novamente essa sensação estranha me dominava.
Não pude de deixar de rir. Esse garoto, Matt, era fofo.

- Não te acho um idiota, pelo contrário, você é divertido. - Sorri e respirei fundo.

A porta do quarto se abriu, de início não sabia quem era, apenas um nome me veio a mente. Henry.
Fechei meus olhos, a dor em minha cabeça era imensa.

Pude ouvir uma voz ao fundo perguntar quando eu estava acordada. Eu conhecia essa voz. Meus olhos se abriram e uma onde de emoções me cercavam, havia um enorme brilho em meus olhos e meu sorriso era de pura felicidade.
Me levantei da cama, embora quase tenha caído. Resolvi ficar sentada e estiquei meus braços, pedindo para ganhar atenção, ganhar um abraço.

- Meu amado Henry, que bom que você está aqui! - Falei olhando em seus olhos.



Data:
11/05/2012

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Matthew Collin

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Maio 12, 2012 2:14 am


which part of the life I had lost ?
Roupa | Carro | Humor : Confuso

Fiquei feliz ao ouvir seu comentário sobre mim , entretanto confuso com tudo aquilo , eu estava feliz, porque finalmente Mia e eu estávamos tendo uma relação menos turbulenta quanto à pré-acidente . Apesar de ser a mesma fisicamente havia algo ali que não à pertencia , seus olhos estavam tão distantes e seus gestos meio que manipulados . Tudo se concretizou quando um rapaz atravessou o quarto em direção a garota , sua reação foi extremamente imprevisível , Henry ? abraços ? amado ? será que eu perdi a parte que Mia arrumou um namorado ou realmente ela estava delirando ? , espero que delirando , bufei . - Ela acordou à algumas horas - Respondi ao rapaz - Aliás ... De onde vocês se conhecem ? - Perguntei sem receios .

Hospital
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Henry Brandon

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Dom Maio 13, 2012 4:03 pm


Henry Brandon




O vampiro olhava para Mia ali, recém-despertada, algo o fez rever a cena de Izabella morta em seus braços. Varreu os pensamentos de sua cabeça quando a menina loira, começou a falar. As palavras, o tom, o brilho nos olhos, foi como se meio milênio tivesse voltado no tempo. Era como se Izabella estivesse falando com ele. - Izabella. - Falou sem pensar.

Porem não teve tempo de concertar o erro e o humano já falava. Sua voz passava uma certa raiva, mas Henry a ignorou. O jovem humano fez uma pergunta e o vampiro apenas respondeu. - Eu a encontrei desmaiada na rua, pouco tempo antes do baile. - Respondeu, o que de certa forma era mentira, ele há havia encontrado na escola, mas havia dito para Prim e ela que havia sido na rua. Olhou para Mia. - Como está se sentindo? - Perguntou a menina.



Hospital, With: Mia e Matr.

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Dom Maio 13, 2012 10:52 pm

Mia Rinaldi


Eu não conseguia pensar em mais nada, embora algo em minha mente tentasse me dominar.
Olhei para Matt, aquele cara gentil e preocupado. Depois virei-me para Henry. O nome acordou algum lado meu. Não pensava em mais nada além de ficar ao seu lado.

Arranquei os eletrodos e corri até Henry, abraçando-o. Em seguida o beijei.
Lembrei de pequenas cenas, eu e Henry. Nós costumávamos ser felizes. Eu o amava mais do que qualquer coisa. Ele era a minha alma gêmea.
Me afastei e olhei em seus olhos com um sorriso angelical. Não sabia o que estava acontecendo a minha volta, só havia eu e Henry.

- Por onde esteve todo esse tempo, meu amor? - Perguntei.

Em seguida me afastei, olhando-o estranhamente. Eu estava ficando louca, certo? Como eu não o conhecia, virei-me para Matt com os olhos arregalados.

- Matt... Eu... Onde está Prim? - Precisava me afastar.

Eu tinha que saber o que estava acontecendo. Era tudo muito confuso. Fechei meus olhos e comecei a chorar, era horrível não saber quem eu era. Quem são as pessoas.



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13/05/2012

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Klaus Kauffman
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Seg Maio 14, 2012 12:43 pm

TURNO ENCERRADO PARA TODOS!
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sex Maio 18, 2012 4:11 pm

It's like...
The weights on my shoulders became light as a feather.

Chegava ao hospital, também após o embate amigável que tivera com Ryan deveriam se recuperar. Claro, tinham certo metabolismo acelerado por ser o que eram, mas os ferimentos que tiveram em seu pequeno confronto foram quase assustadores, mas o real pior da situação foi ter perdido novamente para o irmão irresponsável. Estava sendo quase carregado pelo outro lobo, seu braço em volta do pescoço do semelhante enquanto andava cambaleante e mancando. O sangue que escorria de seu rosto deslizava pelas extremidades deixando um rastro desde a entrada no hospital. - Você é um desgraçado, 1 ano depois ainda me vence como se eu fosse um moleque fraco. - comentou enquanto abria um sorriso de canto no rosto, naqueles tempos complicados voltou a sentir um sentimento agradável dentro de si, como se tivesse jogado fora todo aquele peso em seus ombros, mesmo que soubesse que ainda teria de carregá-los.

Foram até a emergência e deram entrada, separou-se de seu irmão de tribo, e um dia quem sabe, de raça novamente. - Meu Deus, o que aconteceu com você, parece até que brigou contra uma legião! - dizia espantada a enfermeira que logo ordenava para que sentasse sobre a maca e retirasse a camiseta. Seguiu as ordens enquanto observava a mulher, seus olhos pousaram sobre sua veia cava, ele podia ver a tremulação do sangue se movimentando e ainda ouvir o som de seu coração. Não que isso fosse anormal, quando lobisomem já poderia compartilhar de tais proezas, mas agora era diferente, com aquilo tudo sentia cede. Como se quisesse bebê-la como um vampiro. Sacudiu a cabeça e tomou os pontos necessários nos ferimentos no nariz, no supercílio e numa das maçãs do rosto.

- Você se sente bem? - indagava a mulher molhando um pedaço de gase no álcool e passando sobre as marcas de sangue em seu peito e abdômen, poucos ferimentos ali, no geral apenas várias marcas roxas e inúmeros hematomas. - Acho que só restou a fadiga... - comentou respirando fundo. - Eu não compreendo, pelo seu estado não duvidaria se estivesse com algumas costelas quebradas ou ossos fraturados. - lançou a gase sobre a lixeira e apanhou uma espécie de pomada, provavelmente, algo para os hematomas. Passou em alguns, sem perceber que grande parte já começava a desaparecer. Em outro momento pegou uma lanterna e tentou encontrar alguma variação no tamanho das pupilas do híbrido, até finalmente chegar à uma conclusão. - Não sei bem descrever o que se passa, vou enfaixar parte de seu rosto, braços e troncos juntos dos curativos, tudo bem? - apenas concordou com a cabeça e deu de ombros, acordaria bem melhor amanhã. ou talvez, no dia depois de amanhã, não compreendia com exatidão seu novo metabolismo.

Saiu da emergência e seus olhos rapidamente encontraram Ryan quase engolindo a atendente. Digamos que o estado dele não era diferente. Ryan, no geral, apanhou mais na luta, principalmente depois que Terry o derrubou, mas ganhou quando botou o híbrido para dormir com o triângulo. Apenas passou pelo mesmo puxando pela gola da camisa. - Depois você flerta com ela, não é boa hora para ficar se divertindo. - e logo uma mensagem lhe foi passada, deveria comparecer à escola, à pedido do professor.

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Ryan Bertrand
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sex Maio 18, 2012 4:56 pm

- Vamos lá, um passo depois outro, um passo depois outro.

Dizia tentando ajudar Terry mais ainda, aquela luta, cara, ele também, mas eu precisava daquilo há muito tempo. Confesso que quando tomei aquele golpe pensei que iria perder, mas minha sorte sempre era ter mais técnica que Terry e assim encaixei um triângulo perfeito e não me controlei até que ele desistisse, mas como já era torrão demais, tive que deixá-lo inconsciente. Mas uma visão me preocupou durante a luta, enquanto media forças contra meu companheiro não pude deixar de notar uma certa insanidade mental nele, por certo momento seus olhos tornaram-se negras e as veias ao redor ficaram àmostra, não sei ao certo o que foi aquilo, mas foi o suficiente para me deixar preocupado. Fui até um pouco egoísta e temeroso colocando mais força no golpe para acabar logo com aquilo e impedir que as coisas escapassem do meu controle, e se ele tivesse se transformado numa besta sedenta de sangue?

Deixei que o levassem e segui para onde o doutor indicava, a ladainha de sempre se fez: "Como você fez isso?"; "Onde estava com a cabeça?"; "Alguém morreu?"; e toda aquele preocupação que os humanos não deixam de mostrar. Me fiz de ouvidos tentando ignorar e algum tempo depois saí do consultório carregando um pequeno frasco de pílulas e uma receita médica. Levei ao total 56 pontos nos ferimentos no rosto e tive o desprazer de sentir o médico colocando meu nariz no lugar, mas no geral, estava bem recuperado, o ombro voltou a seu lugar e mesmo que estivesse com pulsos, mãos, tornozelos, joelhos, testa e pescoços enfaixados e aquela coisa incomodande no pescoço para mantê-lo imóvel, ainda achei forças para lançar uma piscadela e roubar sorrisos sem graça da recepcionista. Mais alguns segundos e eu teria uma companhia em minha cama, mas Terry voltou e tratou de apagar a fogueira.

- Maninho, to mais quebrado que arroz de terceira! Mas foi irado, essa foi a luta que você mais me deu trabalho, pensei que iria perder!! Qualquer dia, te dou sua revanche!

Disse em meio à minhas gargalhadas enquanto lembrava-me do confronto, no geral Terry tinha melhorado, e se tivesse um pouquinho melhor, o vencedor seria outro. O acompanhei até o colégio, mas deixei claro que não iria entrar, tinha aversão à locai assim, apesar deles possuírem mulheres humanas palpáveis e desejáveis.

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Klaus Kauffman
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Seg Jul 30, 2012 3:36 pm

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Qua Ago 22, 2012 11:53 pm



The Sexy Vampire


I know my destiny,the pain I've grown to know!



Já havia algum tempo que Henry havia tomado essa decisão, não era justo ele ter dado todo apoio a Mia, e ter esquecido de Emily. Ela estava tão envolvida no acidante quando Mia, por mais que Izabella tivesse pedido proteção a loira, Henry se sentia mal por não ter ajudado a morena, entrou no hospital, o movimento ainda estava pouco, mas logo que o baile acabasse o lugar seria um sucursal do do inferno. Passou ela recepção uma enfermeira veio falar com ele que apenas a hipnotizou. - Você irá me levar ate o quarto de Emily Valentine irá ficar quieta. - A humana apenas concordou e o guiou ate o local.

O vampiro entrou, fez um sinal com o dedo para que a humana o acompanhasse e ela o fez. Henry leu o prontuário da garota, uma lesão irreversível no cérebro, incapaz de acordar do coma. Mas apenas para humanos, o vampiro pediu seringas e agulhas, a enfermeira logo trouxe. - É o único modo Emily. Me desculpe caso você não queria isso para você. - Preparou a seringa, e enfiou a agulha em sua veia. Retirou alguns ml de sangue e injetou na veia de Emily. Olhou para a enfermeira e disse usando a hipnose. [b]- Fique aqui, em breve ela ira acordar, e sentira sede. Ela bebera seu sangue, você não ira temer, não ira correr, não ira gritar. Ira apenas ficar e deixa-la fazer o que quiser, ela pode te matar, mas se sobreviver, não ira lembrar de nada. - Saiu do hospital sem ser visto, sabia que logo a morena acordaria e quando acontecesse, ela não seria mais a mesma, nunca mais.

ENCERRADO


Têixeira - ooops não retire os creditos



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Emily Valentine

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Ter Set 04, 2012 11:33 pm

that's the time you must keep on trying
smile, what's the use of crying? you'll find that life is still worthwhile






Abri meus olhos, assustada. Sentei-me na cama e olhei para a enfermeira que estava paralisada ao meu lado. Ela me assustou, tenho que confessar. Levei a mão até minha cabeça e olhei todos os equipamentos, entre outras coisas.

O que aconteceu? Onde estou? - Perguntei à enfermeira.

Lembro de estar no carro e uma luz vir em minha direção, depois... Nada além da escuridão. Estava me sentindo muito bem, então me levantei. Fui até o banheiro onde vesti minha roupa, a mesma que estava da festa.
Podia sentir ao longe cheiros, principalmente um em especial, era doce e saboroso, mas ignorei. Encarei a enfermeira que perguntou se estava com fome, confirmei com um aceno de cabeça. A mesma estendeu o pulso, o que isso significava? Arregalei os olhos e resolvi sair dali, resolvi sair do hospital.

Eu andava pela cidade e todos falavam a mesma coisa, sobre a festa na mansão de Tyler, eu o conhecia vagamente. Era amigo da Caroline, Bonnie e Elena. Resolvi ir, queria saber como Elena estava, fazia tempo que não falava com ela.

ENCERRADO



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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Seg Set 17, 2012 5:20 pm

   TURNO ENCERRADO PARA TODOS!    
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William M. Jonnes

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Set 29, 2012 6:26 pm






SORE

When happens to be outside...


As lembranças do beijo eram vivas demais para deixarem-me em paz. Olhava fixamente para o prato de sopa a minha frente, mas na verdade, não estava nem um pouco a fim de experimentar. Além do rosto de Eva estampar qualquer pensamento que eu viesse a ter, a verdade me deixava inquieto. Bruxas, vampiros... Era realmente possível existir tudo aquilo? – William? William? Estou falando com você! – A voz da enfermeira me fez vincar o cenho e virar o rosto em sua direção. – Céus! Está com febre. – Tocou minha testa e minha bochecha, mostrando-se verdadeiramente preocupada. Revirei os olhos, bufando enquanto encostava as costas na poltrona confortável. Foi só um desmaio, nada demais!, pensei em falar, mas só pioraria as coisas, se é que era possível. – Terá que passar a noite no hospital. – A enfermeira disse séria, pegando meu prato de sopa e levando-o consigo. Levei as mãos até os cabelos, esfregando-os freneticamente. – Merda – Xinguei baixo, mas parei assim que as pontadas de dores na queimadura e nas mãos se tornaram mais forte. Eva tinha dado um jeito na hora, mas depois pareceram piores. A enfermeira de cabelos grisalhos voltou acompanhada de minha avó e de uma outra enfermeira mais nova e todas começaram a falar de uma só vez, deixando-me mais tonto do que já estava. – Espera! – Falei alto, chamando a atenção das três. – Eu to bem, posso ir pra casa? – Tentei me levantar da poltrona, mas Carmen empurrou-me com cuidado de volta. – Está com febre, precisa cuidar dessas mãos e da queimadura. Não questione William. Mas, não posso passar a noite com você, meus remé... – Cortei a fala de Carmen antes que ela concluísse. – Tudo bem, não é nada grave, pode ir pra casa. Amanhã eu ligo quando receber alta. – Minha avó assentiu e saiu, remexendo em sua bolsa a procura da chaves. [...] Curativos na queimaduras, mãos enfaixadas e uma agulha ligada a veia do meu braço direito. Não fiz questão de deitar na cama, permaneci sentado, olhando para o chão, ainda pensando em tudo o que tinha acontecido. Após o encontro inesperado com Eva, voltei para casa aos tropeços e com falta de ar, ao botar o pé para dentro apaguei no chão da sala, o que preocupou minha avó. Fui trazido para o hospital ainda desacordado e detectaram pressão baixa e febre alta, fraqueza, a queimadura e as mãos machucadas.

O primeiro pensamento de Carmen foi que eu havia arrumado briga na rua, mas contei a verdade. Que estava nervoso e soquei uma árvore e a queimadura... Foi mais difícil de explicar, mas inventei que esbarrara numa panela quente. Toquei de leve o curativo na costela e encolhi os ombros, ainda doía bastante. Soltei um suspiro pesado, fechando brevemente os olhos, levando a mão esquerda até a nuca, ainda sentia os dedos da bruxa em meus cabelos. – Droga – Dessa vez foi alto. Não podia e nem devia pensar em Eva. Éramos de mundos diferentes, certo? Ela me detestava, certo? Por que diabos não conseguia tirá-la da cabeça? O frio do hospital começou a me incomodar, queria vestir a camiseta, mas estava impossibilitado de me mover com aquela maldita agulha no braço.





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Última edição por William M. Jonnes em Dom Set 30, 2012 2:59 pm, editado 1 vez(es)
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Eva Bulkövsky

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Sab Set 29, 2012 11:33 pm

Dear Dear Diary

I've been a bad bad girl, for so long.

E stava mais do que visivelmente alterada quando chegou à pensão, ainda desgrenhada e suja de mato, e fez uma pequena anotação mental para acertar a faca da próxima vez. Primeiro veio o choque, e a sensação dos lábios de Will que se recusava a deixá-la. Depois o suor frio, borboletas carnívoras dançando no estomago, só podia estar ficando doente ou algo parecido. Antes da metade do caminho, sentiu o sangue ferver nas veias, esfregou os lábios, odiando o gosto que ficara ali, tão doce e bom que lhe dava calafrios. Entrou em seu quarto chutando as botas para longe e atirando a faca contra a parede, talvez tivesse lascado um pouco da tinta onde a ponta roçou, mas Eva simplesmente não se importava. – Merda! – xingou, sentindo-se tão estúpida. Que direito Will tinha de beijá-la? Porque tinha feito aquilo, afinal? Atirou-se na cama, abafando um grito no travesseiro.

Em dezenove anos nunca esteve tão próxima de ter seu pai de volta quanto agora, não ia permitir que Will estragasse tudo de repente, não ia. Ainda tinha um jogo a seguir, Michael, Henri, Jason, eram mais pedras em seu caminho e Eva ia remover uma por uma, custasse o que custasse. Não podia se dar ao luxo de ser fraca, nunca mais. Esperneou mais um pouco, deixando a raiva fluir em cada soco desferido no colchão e então perdeu as forças. Ficou jogada como uma boneca morta, até se levantar aos poucos, afastando os cabelos dos olhos manchados de lagrimas silenciosas. Limpou o choro com um suspiro – Custe o que custar... – sussurrou com a voz rouca e se pós em pé, outra vez seca e insensível como deveria ser. Ela era uma bagunça, um emaranhado de explosões e isso ia acabar sendo seu fim. Livrou-se das roupas no caminho até o banheiro, abriu o chuveiro e deixou a água gelada envolver seu corpo.

Encostou a testa na parede gelada, não havia para onde fugir. Ou pensava nas memórias de Jason, o maldito pacto, o maldito Nothus, ou em Will e o beijo furtivo, ia enlouquecer se continuasse naquele sobe e desce terrível. Precisava ocupar sua mente, mas parecia ser impossível. Foi mecanicamente em busca de roupas quentes, não se dava o trabalho de procurar toalhas quando podia simplesmente endireitar os ombros e sentir a água escorrer de sua pele e cabelo, deixando um rastro perfumado e seco como lembrança. Qualquer jeans serviria, e uma camiseta preta de botões que lhe caía larga demais. Pertencera a seu pai, Ozzy tinha lhe dado de presente junto com todo o resto. As só o cheiro impregnado no tecido era capaz de acalmá-la. Rondou inquieta pelo quarto, até se convencer de que precisava sair dali, mesmo que não soubesse para onde ir. Escapou pelos degraus e a porta da pensão sem fazer barulho e foi andando até sentir os pés doerem.

Tinha suas velhas botas outra vez e a faca estava ali também, exatamente como todos os dias. Mas agora tudo parecia diferente, parecia mais complicado. Pegou-se pensando em Hanna e pensou também em Jessica. Jessica... Onde estaria agora? Será que tinha visto seu pequeno show no Grill? Quando Jason acabou atirando-a no chão depois de romper o fino véu de suas memórias e invadir suas lembranças? Soltou um longo suspiro, percebendo que precisava fazer o que mais temia, porque nunca seria capaz de encontrar seu pai sem ajuda. Lutou, lutou o tempo todo, estava cansada de lutar... Mas se Jessica a ajudasse, talvez não precisasse dormir e acordar envolvida pelo medo de nadar e morrer na praia. O sol já tinha desaparecido quando acabou parando no hospital, não podia entender muito bem porque. Jessica deveria ter passado por ali certo? Ela estava fraca demais, depois do baile, para se curar sozinha. Talvez pudesse encontrar uma pista ou duas.

Atirou o cabelo cor de âmbar para trás e moveu-se preguiçossamente até uma atendende miúda atrás do balcão – Posso ajuda-la? – a atendente perguntou e Eva não sabia muito bem o que responder. Trocou o peso de uma perna para a outra, tamborilando os dedos na mesa. – Estava procurando uma garota, tenho certeza de que ela esteve aqui... – começou, mas foi logo cortada. – O horário de visitas já acabou tem meia hora. – disse a atendente, sem lhe dignar nem mesmo um olhar. – Tenho certeza que pode fazer algo... – amaciou a voz, soando como uma garotinha. Já sabia que não daria certo, a mulher perdia a paciência e Eva também. Trocou o peso para a outra perna. – Posso usar o banheiro? – perguntou, como uma garotinha inocente. A mulher suspirou, mas anuiu – Segunda à esquerda – disse, dando de ombros e essa foi a deixa que a bruxa precisava.

Afastou-se para o corredor, mas ao invés de virar a esquerda, continuou reto até o corredor dos quartos. Os passos eram silenciosos e a figura pequena da bruxa disfarçava-se bem no escuro, mas então ouviu passos, dois médicos vinham conversando pelo caminho oposto, podia ouvir suas vozes e enxergar suas sombras, iam achá-la e aquilo só traria problemas. Olhou em volta, procurando um esconderijo, entrou na primeira porta destrancada que encontrou, sem pensar duas vezes. Fechou a porta com o peso do próprio corpo, piscou varias vezes até que seus olhos se adaptassem à escuridão do quarto e então sentiu o coração parar ao perceber que não estava sozinha. Ah não, pensou. De todos os hospitais, consultórios e leitos, ele estava logo neste.



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William M. Jonnes

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Dom Set 30, 2012 11:18 am






YOU CLUTTERS EVERYTHING IN ME

The kiss is a procedure used for intelligent interruption mutual speech when words become superfluous.


Tudo estava realmente muito silencioso, o que era péssimo, o barulho do meu coração e minha respiração pesada fazia tudo parecer assustador demais. Mas, muito mais do que assustador, eu odiava ficar sozinho. A solidão era como um tapa na cara para mostrar que eu não tinha amigos, que eu não tinha ninguém além dos meus pais e de Carmen, que permaneciam ao meu lado apenas pelos laços sanguíneos. E nem mesmo eles estavam ali para diminuir a sensação de ser um Zé ninguém. Ergui lentamente a cabeça que pendia para frente ao escutar vozes e passos no corredor, finalmente alguma enfermeira para me dar alta. Mas a figura que vi não se comparava a ninguém que trabalhasse naquele hospital. Parecia assustada, fugindo ou se escondendo de algo, o que fez o breve pensamento que Eva estaria ali para me fazer companhia sumir completamente. – Ele está nesse quarto – O médico do outro lado da porta falou, aproximando-se na companhia de mais alguém. Não era hora para pensar em coisas certas ou erradas, era óbvio que Eva entrara escondida no local e precisava se esconder. Levantei da cama num pulo, sentindo um puxão forte no braço quando a agulha rompeu minha veia. – Se esconda no banheiro do quarto, vai. – Afastei o corpo de Eva da porta, tentando apressá-la para sair logo dali. Quando a figura miúda se embrenhou no escuro do quarto, entrando no banheiro, me afastei de volta para cama tentando parecer doente e normal.

A porta se abriu enquanto acendia o abajur sobre a mesa de cabeceira da cama, estreitando os olhos para tentar me acostumar com a claridade. – William McCater Jonnes – O médico aparentava ter seus sessenta anos, usava óculos na ponta do nariz e tinha uma prancheta em mãos. – É, sou eu... – Tentei parecer sonolento, ou entediado, mas estava nervoso. – Muitas encrencas em Malibu, pelo o que sua avó me contou. Sou o Dr. Johnson. Sua avó não terminou de preencher o formulário, poderia me passar alguns dados? – Assenti lentamente com a cabeça, lançando um rápido olhar de rabo de olho em direção à porta do banheiro. – Idade? – Dr. Johnson ergueu os olhos em minha direção. – Vinte – Ao olhar para baixo, notei o filete de sangue que escorria da veia do braço até a mão, rapidamente coloquei o braço para trás do corpo e voltei a fitar o médico. – Além do desmaio, o que mais sentiu William? – Vinquei a testa, lembrando-me das dores. – Estava fraco, tonto e acho que já estava com febre. – O médico assentiu lentamente, anotando as informações, em seguida voltou a me olhar. Estaria Eva escutando tudo? Não queria me expor, tinha meus problemas e não queria metê-la neles, só que era notável que a bruxa carregava uma bagagem muito maior de sofrimento do eu poderia descrever. Pessoas frias tendem a sofrer silenciosamente, assim como Eva. – Vejo que está cansado, vou deixá-lo descansar. – Disse e rapidamente saiu. Contei até cinco e levantei da cama, deslizei até a porta e girei a chave, trancando-a. Encostei a testa no material gelado da porta e soltei a respiração pela boca, fechando os olhos por alguns segundos, quando me virei Eva já tinha saído do banheiro. – O que está fazendo aqui? – O modo como fiz a pergunta fez parecer que eu não queria vê-la. Eu queria, muito. Mas, sempre que nos encontrávamos alguém estava machucado, ou nervoso, ou prestes a ser engolido pelo fogo. – Veio acertar a faca já que errou duas vezes? Se quer que eu peça desculpar pelo beijo, esqueça! Só vou me desculpar quando estiver arrependido... – As palavras soavam baixo, mas eu estava alterado. Eu nunca me arrependeria pelo beijo, então o pedido de desculpas jamais chegaria aos ouvidos de Eva






Tagged: Eva Wearing: Link Music: Apocalyptica - Epilogue
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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Dom Set 30, 2012 1:39 pm

Dear Dear Diary

I wanna tell my secrets, cause you're the only one that I know who keeps it

C ongelou, surpresa demais por vê-lo ali. O que estava fazendo no hospital? Sentiu uma comichão esquisita no peito, uma espécie de preocupação por Will, ele parecia tão fraco. As palavras fugiram de seus lábios e a cor de seu rosto, pálida de susto, só lembrou-se de que precisava se esconder quando as vozes dos médicos vieram e Will despertou-a de seu transe. – Se esconda no banheiro, vai! – ele foi mais rápido do que ela, empurrando-a para a porta escura para que se ocultasse. Eva se esgueirou em silencio até o vão da porta, escondendo-se próxima da pia, prendendo a respiração. Era tão estúpida, nunca devia ter feito aquilo, devia ter ficado na pensão, se entupido de remédios para dormir ou qualquer coisa. Ouviu os passos, sentiu as energias, já não estavam sozinhos no quarto e tudo se comprovou quando ouviu a voz grave do medico dizer – William McCarter Jonnes? – seu coração martelava tão alto que pensou ser ouvida pelo outro homem.

Fechou os olhos, acalmando-se. O medico começou uma serie de perguntas que Eva não queria ouvir, sentia-se nervosa, era exatamente como invadir a mente de Hanna ou Jessica, logo tomaria suas dores e se preocuparia, faria coisas estúpidas para protegê-lo sem motivo algum e choraria quando morresse, como Charllote e como a mãe. Não havia mais espaço no peito de Eva para sofrimento, já estava cheio, ia explodir a qualquer instante se continuasse naquele caminho, mas o som da voz de Will parecia vibrar, forçando-a a ouvir. Vinte. Ele também era um bebe quando Eva perdeu tudo, um bebe de dois anos com pai e mãe e tudo o que Eva teve foram surras. Virou o rosto, não queria continuar ouvindo. Esperou mais algum tempo, até que o silencio tomasse conta do quarto, para arriscar espiar pela brecha da porta. Lá estava ele, encostado na porta de costas para ela, se pudesse ao menos desaparecer... Mas não havia alternativa, exceto sair de seu esconderijo e encarar Will. Se esgueirou para o quarto escuro com passos suaves, parando próxima à cama quando ele se virou.

Encarou-o por um tempo, sentindo a preocupação tomar conta outra vez, odiando tudo aquilo. – O que está fazendo aqui? – Will quebrou o silencio, e suas palavras rudes varreram qualquer sentimento de culpa que pudesse ter afetado Eva em algum segundo, fazendo-a vincar a testa, irritada. – Eu... – tentou dizer, mas ele continuava. – Veia acertar a faca já que errou duas vezes? Se quer que eu peça desculpas pelo beijo, esqueça! Só vou me desculpar quando estiver arrependido... – E as palavras fizeram seu sangue ferver, pensou que fosse estrangulá-lo ali mesmo. – Sou tão transparente assim? – resmungou, soando tão irônica que sua voz cortava – Estou obcecada, preciso de você. Vou matá-lo se não se desculpar, oh, baby, oh baby. – aproximou-se, atirando algo em cima dele, um daqueles aparelhos de medir pressão que o garoto agarrou antes de bater no chão. – Você nem me conhece, não faz a mínima idéia do que passei – xingava, aproximando-se passo por passo, possessa pela raiva – Fique com esse seu beijo e enfie ele no... – parou, estava próxima demais, perigosamente próxima. Cruzou os braços, virando o rosto e se afastando para a janela, antes que o afogasse na própria saliva, ou pior. Antes que caísse em seus braços e não tivesse forças para se soltar, como no lago. – Estava procurando por Jessica... – resmungou.

Não gostava de hospitais, sentia uma atmosfera fria ali. Foi em um hospital que perdeu a mãe, rasgando-a de dentro para fora na cama sangrenta. Foi em um hospital que passou os primeiros das de vida, sozinha e doente e foi em um hospital que bebeu do sangue do vampiro que acabou salvando-a. O mesmo vampiro que levou seu pai, e toda a felicidade do mundo com ele. Olhou para a noite pela janela, querendo afastar aqueles pensamentos, medindo a altura do quarto até o chão. Haviam uns bons metros ali, não era uma opção saltar.



Tagged: William.Clothes: To com preguiça de mexer no polyvoreSoundtrack: A quoi ça sert l'amour - Edith PiafPost:02

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William M. Jonnes

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MensagemAssunto: Re: Hospital de Mystic Falls   Dom Set 30, 2012 2:49 pm






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The kiss is a procedure used for intelligent interruption mutual speech when words become superfluous.


Eva falava, falava muito, mais do que tinha falado diante de mim. Ela não era do tipo falante, mas tornou-se ali naquele quarto. Lançou o esfigmomanômetro na minha direção, não parecia ter a intenção de me machucar com aquilo, agarrei o aparelho antes que caísse no chão e bufei nervoso, querendo atirá-lo de volta. Seria infantil começar uma guerra naquele momento? Seria, e deixar a infantilidade de lado estava sendo difícil tanto para mim quanto para Eva. A baixinha se aproximou tanto que pensei que seria socado, mas quando percebeu a aproximação ruborizou cruzando os braços e virando o rosto para o outro lado, evitando me olhar. – Tem razão, eu não te conheço. Mas, mesmo assim te tirei daquele fogo. Me arriscar por uma desconhecida, além de loucura, foi estupidez. – Falei baixo, apoiando minhas costas na porta, soltando o peso e cruzando os braços, analisando a bruxa a minha frente. Balancei a cabeça, dando uma risada forçada. Quanto mais tentava me arrepender do salvamento, mais eu estava convencido de que nunca havia feito algo tão certo em toda a vida. – Bem, Jessica não está aqui, como já deve ter notado. Ela estava tão fraca que provavelmente nem conseguiu fazer muita coisa hoje, não acha? E isso é culpa de quem ela tentou ajudar, ou seja, nossa. – Bati o pé com força na porta, fazendo o barulho ecoar por todo o quarto. Realmente, Jessica estava trêmula e pálida enquanto dirigia noite passada, estava tensa também e tentou de todas as formas mascarar o que tinha acontecido no baile. Outra que não confiava em mim. Mesmo assim, ela salvou-me da vampira e curou a mordida, fez o mesmo pela Eva mal-agradecida-e-estouradinha. Abaixei a cabeça, observando o sangue que escorria da veia, limpando-o com força, tentando apagar qualquer vestígio que mostrava que eu estava machucado e dolorido.

Em passos lentos aproximei do corpo delicado da bruxa, que estava perto da janela, abaixando a boca até perto de seu ouvido. – Eu também não gosto de hospitais... – Sussurrei, me afastando de Eva após terminar a frase. Respirei fundo, contendo gemidos de dor que tentaram pular de minha boca quando mexi o corpo de uma forma mais brusca. – Depois disso tudo, pode ter certeza que nunca mais vai precisar me aturar. Ninguém mais vai. – As palavras soaram amarguradas enquanto vestia a camiseta e a jaqueta em seguida, estava decidido a ir embora de Mystic Falls, ir embora para bem longe sem avisar a ninguém. Não queria ser encontrado. Talvez morar em outro país por algum tempo e depois sair sem rumo conhecendo outros lugares parecia ser o certo a se fazer, mas o pensamento de não ver Eva mais fez algo em mim doer. Saudade antecipada? Balancei a cabeça. – Adeus – Sussurrei, escancarando a janela, deixando que o vento frio entrasse e batesse contra nossos corpos. Subi no parapeito da janela, observando a distância entre o chão. Uns dois metros e meio, quase três, nada que pudesse me deter. Nem a distância e nem os médicos, ou a polícia. Estava cansado de ser um fardo, ou ser taxado de garoto encrenca, o melhor mesmo era ir embora. Paz para Carmen, para meus pais e para Eva. Respirei fundo, inclinando o corpo para frente, desejando apenas parar de me importar com o que sentia pela bruxa.





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